segunda-feira, 14 de abril de 2014

Do Blog da Aduenf: Comando de Greve da ADUENF divulga atividades da semana

 
 
 
  • 3a. feira , 15/04, 8:45h, visita do presidente da FAPERJ, Ruy Marques ao CCT, vamos acompanhar a vista devidamente paramentados.
  • 3a, feira, 15/04, 5:00h, saída de delegação da ADUENF à ALERJ.
  • 4a. feira, 16/04, 8:00h, concentração na UENF. 9:00h, panfletagem no Shopping Estrada.

 
Participe das ações e vá para o feriado com o dever cumprido.
 
 COMANDO DE GREVE

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Do Blog da Aduenf: Jornal O DIA confirma compromisso do presidente da ALERJ em resolver situação dos professores da UENF

O Jornal O DIA publicou hoje informações que confirmam a disposição do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado Paulo Melo (PMDB) em resolver a crise salarial que afeta as universidades estaduais fluminenses. Nestas notas também são ratificadas as demandas que orientam a greve dos professores da UENF: 86,7% de reposição de perdas salariais e 65% de remuneração do regime de Dedicação Exclusiva.
 
É cada vez mais incontestável que a força da greve na UENF é que está motivando até o presidente da ALERJ a se engajar na busca de soluções para a grave crise salarial que hoje compromete o futuro não apenas da UENF, mas também da UERJ e da UEZO.
 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Banda “Ateh Maria” lança vídeo com música sobre a expropriação do Sítio Camará pela CODIN

video



A banda campista “Ateh Maria” acaba de lançar um vídeo com a música “Desocupar para Eike entrar” ( Lágrima de água preta) que fala da desapropriação do Sítio Camará que ocorreu no dia 01 de Agosto de 2013, mesmo dia em que o seu proprietário José Irineu Toledo faleceu.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Novo endereço do blog


Mais uma vez, aviso aos leitores deste blog que as postagens mais recentes agora só podem ser acessadas através do endereço



Espero vocês lá!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Comissão da Verdade do RJ terá evento na UENF e na UFF


A Comissão da Verdade do Rio e o projeto de extensão da UFF "Cultura e Política durante a Abertura" organizam a Jornada "Memória, Verdade e Justiça". O evento será realizado entre os dias 08 a 10 de outubro em Campos dos Goytacazes, com atividades na UFF e na UENF.

A Jornada responde às atribuições da Comissão que pretende esclarecer as graves violações de direitos humanos da história recente do país.

Estarão presentes membros da Comissão da Verdade do Rio; estudiosos do tema; e militantes perseguidos durante a ditadura militar. O evento abrigará debates, exibição de filmes e relatos sobre o período ditatorial. Haverá espaço também para a discussão sobre as recentes manifestações populares e a atual política repressiva do Estado.

O evento é gratuito e não exige inscrições.

Programação:

08 de Outubro, Terça-feira

15h00
Mesa de debate: Os desafios da Comissão da Verdade
Sergio de Azevedo - cientista político e professor titular da UENF
Wadih Damous - presidente da Comissão da Verdade do Rio
Local: sala multimídia do CCH, UENF

18h30
Abertura da Jornada
Local: auditório da UFF

19h30
Testemunho da verdade (relato de Sergio de Azevedo, preso durante a ditadura e ex-militante do Partido Comunista)
Local: auditório da UFF
09 de Outubro, Quarta-feira

10h00
Exibição e debate do filme Dossiê Jango, de Paulo Henrique Fontenelle
Local: sala multimídia, UFF

15h00
Exibição e debate do filme Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho
Local: sala multimídia, UFF

18h00
Mesa de debate: Ditadura e repressão no campo
Ana Costa - professora da UFF de Campos e do Comitê Popular pela Erradicação do Trabalho Escravo/NF
Edson Teixeira - historiador da UFF de Rio das Ostras
Representante da Secretaria de Direitos Humanos - Presidência da República
Local: auditório da UFF

20h30
Lançamento do livro Camponeses mortos e desaparecidos
Local: auditório da UFF
10 de Outubro, Quinta-feira

10h00
Sessão especial do Cinepet - Condor, de Roberto Mader
Local: sala multimídia, UFF

14h00
Sessão especial do Cineclube Socioambiental
Local: sala multimídia, UFF

17h30
Mesa de debate: Anistia e Redemocratização
Nadine Borges - membro da Comissão da Verdade do Rio
Mauro Iasi - sociólogo da UFRJ
Local: auditório da UFF

20h00
Mesa de debate: Persistências da Ditadura
Fernanda Vieira - Advogada do Centro de Assessoria Popular Mariana Criola
Rodrigo Mondego - Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ
Local: auditório da UFF

22h00
Atividade Cultural - com intervenções teatrais e musicais.
Local: área externa na UFF

Ascom
 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

De mudança: mudando para continuar a caminhada




Após alguns anos aqui no Blogger, me vi forçada a uma mudança por causa de alguma descontinuidade temporal.  Em função disso, escolhi mudar este blog para uma plataforma paga, a WordPress, e só usarei este local mais raramente, já que o mesmo voltou a funcionar.

Para quem tiver interesse em continuar lendo as coisas que eu compartilho, o novo endereço é o seguinte:


Espero todos lá!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Brasil 247: faltam apenas 24 horas para o megacalote de Eike

A PM do Cabral bateu nos professores. Também é culpa dos Black Bloc?


O governo do PMDB, tanto no estado como no município do rio de Janeiro, , tem significado precarização, desrespeito e humilhação para os servidores públicos. Mas os profissionais da educação têm merecido um especial "carinho" por parte do (des) governador Sérgio Cabral e seu clone, o (des) prefeito Eduardo Paes.

Por causa desse tratamento pró-escola privada, os profissionais da educação estão realizando uma poderosa greve que está acuando os dois mandatários que reagem como qualquer governo autoritário: com mais autoritarismo, usando a ferramenta preferencial para ocasiões em que o direito dos  trabalhadores precisam ser massacrado, qual seja, o aparato repressivo do Estado.

Nessa 6a. feira que passou, Cabral e Paes deram novamente as mãos para promover uma retirada violenta de professores municipais do Rio de Janeiro que protestavam contra um plano de cargos e salários que representa um ataque sem precedentes a uma situação salarial que já é precária.

Nisso tudo, cadê o pessoal que dizia que a violência nas manifestações era tudo culpa dos Black Bloc? Pelo que se ouviu e viu pelas imagens,  a PM não estava defendendo ninguém além de Cabral e Paes para promover o massacre da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. 

Ai é que eu digo: nada como a materialidade da velha luta de classes para resolver alguns debates ideológicos!

sábado, 28 de setembro de 2013

OGX e OSX vão pedir recuperação judicial, diz revista VEJA

Se concretizado, o pedido será histórico entre as empresas listadas no Ibovespa, o índice mais importante da bolsa brasileira

Diogo Max, de

Jonathan Alcorn/Bloomberg
O empresário Eike Batista: recuperação judicial à vista

São Paulo – Dentro de duas semanas, OGX e OSX , respectivamente a petroleira e o estaleiro do ex-bilionário Eike Batista, vão pedir recuperação judicial. A informação foi publicada pelo colunista Lauro Jardim, na revista VEJA desta semana.

Se concretizado, o pedido será histórico entre as empresas listadas no Ibovespa, o índice mais importante da bolsa brasileira. Também deverá marcar o maior caso de fracasso no mundo dos negócios de que o planeta possivelmente já ouviu falar: nunca a fortuna de um homem caiu de US$ 34,5 bilhões para menos de US$ 1 bilhão em tão pouco tempo (pouco mais de 1 ano).

Segundo os cálculos da Bloomberg e Forbes, que medem a riqueza dos bilionários ao redor do globo, a fortuna do empresário brasileiro é menor que US$ 1 bilhão.

Na última sexta-feira, a ação da OGX chegou ao seu menor valor histórico (R$ 0,30), fruto dos receios dos investidores, que já previam o possível caminho para a petroleira. A ação da OSX também fechou em baixa e, hoje, vale menos de 1 real (R$ 0,71).

Em sua última entrevista, dada neste mês ao Wall Street Journal, Eike desabafou: "tentei criar riqueza para todo o país e, sem dúvida, eu sou o maior perdedor nessa história". Ele também culpou o seu mapa astral. "Se você olhar para o meu mapa astrológico, esse período não foi favorável para mim. O bom momento? Ele já começou, literalmente, este mês", afirmou o empresário.

A crise de Eike Batista começou por uma quebra de confiança. Em meados do ano passado, a OGX rebaixou a previsão de produção Tubarão Azul, seu principal campo de petróleo, de 20.000 barris diários para apenas 5.000. O fato gerou uma crise de credibilidade que arrastou todas as empresas de capital aberto do Grupo EBX e, com ele, a fortuna de Eike.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

OGX pode ser 1ª empresa do Ibovespa a quebrar


Caso não honre dívida de US$ 45 mi, credores podem pedir falência da petrolífera; há chance de empresa recorrer à recuperação judicial

O vencimento de uma dívida de US$ 45 milhões da OGX em 1º de outubro deixou os agentes financeiros em estado de alerta em relação à empresa. Há temor de que credores externos peçam a falência da petrolífera de Eike Batista ou que a companhia recorra à recuperação judicial para se organizar. Se uma dessas duas hipóteses se concretizar, será um forte baque para o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista.

"Podemos ter uma situação histórica na Bolsa na semana que vem", diz um operador de uma corretora paulista, referindo-se ao risco de calote da OGX, que pode se tornar a primeira empresa listada no Ibovespa a entrar em recuperação judicial. Tal possibilidade está sendo levantada diante da insatisfação de grandes credores externos com as opções que vêm sendo apresentadas por Eike Batista para pagamento da dívida de US$ 3,6 bilhões que a OGX tem com pesos pesados da indústria financeira.

No último dia 12, o diretor-presidente da OGX, Luiz Eduardo Carneiro, alertou que o processo de reestruturação da dívida pode incluir tanto uma recuperação judicial quanto um pedido de aporte de mais recursos pelos detentores de títulos emitidos no exterior. "A recuperação judicial é uma possibilidade. Não estou dizendo que vamos entrar. Mas aquilo que for possível e impossível fazer para que a gente chegue lá e consiga fazer a reestruturação financeira, nós vamos fazer."

Procurada nesta quinta-feira, 26, para comentar o tema, a OGX não respondeu às solicitações da reportagem.

A BM&FBovespa, por sua vez, informou que os negócios com os ativos podem ser suspensos caso a empresa apresente pedido de recuperação judicial ou extrajudicial. Essa suspensão, segundo a Bolsa, pode durar até 30 dias, com possibilidade de prorrogação.

"A Bolsa pode encontrar algum artifício a fim de evitar um desastre", acrescenta outro operador, prevendo uma corrida de zeragem de posições e uma elevada pressão vendedora no papel, que pode se espalhar rapidamente por outras ações.

Segundo cálculos de uma das fontes do Broadcast, considerada uma participação de OGX ON ao redor de 5% na composição do Ibovespa, uma queda do papel para a casa de R$ 0,20 representaria uma baixa de cerca de 2% do índice à vista. Um tombo ainda maior, rumo aos R$ 0,10, por exemplo, significaria uma desvalorização superior a 3,5% do Ibovespa. Nesta quinta, a ação fechou cotada a R$ 0,37.

Temendo uma queda livre, que poderia retirar ao menos 2 mil pontos do Ibovespa, o chefe da mesa de renda variável de uma corretora paulista acredita que haverá alguma "saída estratégica" para essa questão. "Não acho que vão deixar a empresa quebrar, pois isso arranha a imagem do Brasil, em um momento que estamos tentando atrair investidores", pondera.

Os profissionais consultados, que falaram sob a condição de não serem identificados, lembram que a suspensão dos negócios pode não ser imediata, uma vez que a situação especial da empresa ainda teria de ser avaliada. "Pelo que entendo, dada a norma da Bolsa para casos de recuperação judicial, haveria um pregão de ajuste após o anúncio e depois disso as ações ficariam suspensas e seriam retiradas do índice", avalia um profissional.

Ele acrescenta que as ações potencialmente cairiam tanto nesse último pregão que o ajuste no índice seria muito mais pela queda no preço do que por sua saída do índice. Outro agente do mercado avalia que, caso a notícia seja veiculada no meio do pregão, é provável que a bolsa suspenda as negociações para evitar maiores distorções.

O Manual de Definições e Procedimentos dos Índices da BM&FBovespa afirma que, se um ativo do índice passar a ser negociado em situação especial, como a recuperação judicial, ele será retirado do índice ao fim do primeiro dia de negociação nesta condição.

Nova metodologia. Os efeitos da OGX no Ibovespa têm sido alvo de críticas no mercado há alguns meses. O problema deverá ser resolvido com a nova metodologia para formação do índice. No último dia 12, o presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, afirmou que a mudança foi iniciada há cerca de um ano e destacou que o "fator Eike" não influenciou nas regras. A nova norma prevê que ações que valham menos de R$ 1 não podem compor o índice.